terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O Mahashivaratri, ou Grande Festival de Shiva - Sai Baba






O Mahashivaratri, ou Grande Festival de Shiva, ocorre entre fevereiro e março. É um dos festivais mais concorridos não só em Prashanti Nilayam como em toda a Índia, pelo seu significado transformador. 
Mahashivaratri é um termo sânscrito, composto dos vocábulos Maha + Shiva +RatriMaha: grande, importante; Shiva: na Trindade Hindu, é aquele que transforma; Ratri: noite escura.
Na Índia, onde os devotos de Shiva são inúmeros, costuma-se observar, todos os meses, o Shivaratri, dia dedicado a Shiva, na décima quarta noite da lua, ou seja, o último dia da lua minguante. Essa devoção inclui jejum e cânticos devocionais.
O Mahashivaratri é um grande Shivaratri. Grande porque nesse período do ano, que se situa entre fevereiro e março, o poder exercido pela lua (chamada lua negra), no último dia da minguante, é menor, em relação ao resto do ano. Daí a grande celebração.
  • Shiva
É engano pensar que Shiva, por caracterizar, na Trindade Hindu, o aspecto destruidor, seja um deus negativo inclemente, vingativo, sem compaixão. Shiva é o aspecto transformador de Deus. Ele destrói apenas aquilo que precisa ser transformado, transcendido, transmutado. Ele destrói para renovar. 
Por outro lado, é Ele quem elimina os pesados efeitos do karma, é Ele que tem o poder de cancelar nossos instintos arcaicos, animalescos, conservadores, purificando os pensamentos da nossa mente e impulsionando todo nosso ser em direção à Luz. É Ele que, com Seu imenso poder, destrói a ignorância do homem, extraindo o veneno do ego, para que se torne pacífico e dócil à Vontade Divina.
Shiva simboliza também a disciplina, por meio da qual podemos atingir a libertação (moksha) do ciclo de nascimento e morte.
  • Nomes de Shiva
Shiva também é conhecido como Shambho, Mahadeva, Shankara, Mahayogi, Mahakala, entre outros nomes. 
No Rig Veda Ele é denominado Rudra, termo que designa Agni, o Deus do fogo, aquele que tem o poder de queimar e destruir as paixões humanas e os sentidos físicos que atuam como empecilhos às percepções espirituais mais altas e sutis do Eu Superior. Rudra surge da combinação de Rude (em sânscrito, pecado) e Dravayati (que significa lavar). Assim, o processo de lavar nossos pecados chama-se Rudra. 

Quando representado na forma de dançarino, Ele é denominado Nataraja ou Shiva Nataraja, o Rei dos Dançarinos. 
Sua divina dança chama-se Tandava. Simboliza a manifestação do ritmo cósmico, a personificação do movimento do universo.
Enquanto dança, Ele dissolve todos os grilhões do ego que mantêm a prisão do Ser e promove a libertação.
“Shivaratri é observado a cada mês, na décima quarta noite da metade escura (da lua), porque a lua, que é a deidade regente da mente humana, tem somente mais uma noite para ser uma não-entidade, com nenhuma influência sobre as agitações da mente. No mês de Magha (entre fevereiro e março no calendário hindu) a décima quarta noite é chamada Maha Shivaratri (maha, grande). Ela é sagrada porque é o dia em que Shiva (Deus) toma a forma de Lingam, para benefício dos devotos. (...) Nessa noite, pratiquem contemplação sobre o Atma Linga, que é o Jyoti Linga, isto é, o símbolo da Suprema Luz da Sabedoria, e se convençam de que Shiva está no íntimo de cada um de vocês. Que tal visão ilumine a Consciência Interna de cada um. O ritual externo é recomendado para tornar explícita esta mensagem.” (Sai Baba).
  • O Lingam
Sai Baba mostrando o lingan materializado
Shiva é considerado um Deus da fertilidade. 
A junção de Shiva com sua contraparte feminina (shakti) Parvati, é representada pelo linga ou lingam (o falo) que, junto ao yoni (útero), formam uma unidade e promovem a dissolução da dualidade.
O significado literal do termo lingam é emblema, distintivo, signo. O lingam, portanto, é o emblema de Shiva, o símbolo fálico, a energia masculina universal, associada ao poder criador divino. Na Índia, cultuar o lingam e cultuar Shiva é a mesma coisa.
O lingam é representado normalmente em forma ovalada e, nos templos, costuma-se pendurá-lo num recipiente contendo um pequeno orifício no fundo, onde a água é derramada sobre ele incessantemente, em forma de reverência.

Na noite do Mahashivaratri, enquanto os devotos entoam cânticos devocionais, Sai Baba costuma materializar um lingam, que emerge naturalmente da sua boca. 
São momentos que emocionam e enchem de perplexidade os milhares de devotos que os presenciam.
  • Outros símbolos de Shiva
Os olhos entreabertos: mostram que Sua mente está absorta no Ser Absoluto, ao mesmo tempo em que Seu corpo olha e interage com o mundo.
A serpente enroscada em Seu pescoço: representa o ego que, embora venenoso, pode ser dominado e usado como simples adorno.
A lua enfeitando Sua cabeça:simboliza a memória, o ego.
A arma (trishula ou tridente):significa a destruição do ego e seus três desejos: fisicos, emocionais e mentais; significa também a transcendência dos três gunas (satva, rajas e tamas) ou dos três períodos de tempo (passado, presente e futuro).
O tambor (damaru): representa o som da criação; indica que todo o universo segue um ritmo e a uma ordem cíclica. 
O cabelo comprido: demonstra o Seu poder e a Sua grande energia concentrada na busca do conhecimento.
A água jorrando do topo da cabeça: simboliza o sagrado rio Ganges (conhecimento, amrita).
As cinzas que cobrem Seu corpo: são a queima da ignorância, de todas as ilusões e todos os desejos.
O touro Nandi: é o veículo de Shiva. O touro é o símbolo da sexualidade. Sentado sobre ele, Shiva demonstra Seu completo domínio sobre a natureza física.
O demônio debaixo de um dos Seus pés:representa a ignorância e a ilusão, a natureza inferior e animal do ego humano subjugada pelo poder da verdade em ação.
O pé esquerdo levantado do chão e apontando para cima: lembra-nos que devemos nos elevar acima da realidade física para obtermos a libertação.
Kamandalu (pote d’água): representa a renúncia, o ascetismo, a simplicidade (viver apenas com o essencial).
Colares e pulseiras de rudraksha (sementes): A rudraksha é uma semente sagrada que simboliza os olhos de Shiva. Os colares e pulseiras (malas) indicam a disciplina da mente pela meditação.

Os quatro braços: indicam Seu enorme poder de agir nos quatro planos da matéria.
A palma da mão à frente: é o gesto com o qual Ele afirma que não devemos temê-lO, pois na transformação está a solução dos problemas.
As neves do monte Kailasa: a brancura simboliza a pureza da mente.

O verdadeiro aspirante espiritual, aquele que se esforça para obter purificação e transformação interna, vê na comemoração do Mahashivaratri uma oportunidade de entrega, através do jejum e da repetição do Nome do Senhor, entoando mantras e cânticos devocionais.
A prática de cantar e louvar o Senhor, por si, já tem o poder de acalmar a mente inquieta. Essa mesma prática, realizada com fervor na noite em que a lua tem mínima ascendência sobre a mente, tem seu valor potencializado. Por meio dela, a mente pode ser pacificada, para que a Luz Divina possa penetrar sem a resistência do ego.
Da mesma forma que, para transformar-se em árvore, a semente precisa morrer, precisamos sacrificar nossas paixões, desejos e vontades do ego no fogo purificador de Shiva, para renascermos plenamente, como seres divinos que somos.

“Vocês serão imensamente beneficiados por se manterem acordados e cantarem a glória de Deus, pelo menos nesta noite. A Lua é a deidade que preside a mente. A Lua tem dezesseis fases (kalas). No Shivaratri, quinze fases já imergiram em Deus, e somente uma permanece. Pela constante lembrança de Deus, a décima-sexta fase também se funde em Deus. Não podem passar uma única noite, em todo o ano, cantando a glória de Deus? Santifiquem esta noite, participando dos cânticos devocionais (Bhajans). A Bem-aventurança que obtêm dos Bhajans, a doçura que experimentam com o divino nome, a felicidade obtida ao visualizarem a divina forma - estas não podem ser obtidas em outro lugar. Tudo é possível somente através do Amor. Assim, cultivem o Amor e santifiquem suas vidas.” (Sai Baba)
  • Mantras para Shiva
Entoados com concentração e fervor, os mantras dirigidos ao Senhor Shiva trazem em si uma grande força renovadora. Alguns desses mantras são:
Om Namah Shivaya (pronúncia: Om Namá Shivaia. Tradução: inclino-me diante de Ti, Senhor Shiva).
Maha Mruthyunjaya Mantra (considerado um mantra de alto poder de cura): 

Om Trayambakam Yajaamahe Sugandhim Pushti - Vardhanam
Urva - Rukamiva Bandhanan Mrytior Muksheeya Ma - Amritaat

(Pronúncia: Om Traiambakam Iajamarrê Sugandim Puxti Vardanam / Urvá Rukamiva Bandanam/ Mritior Mukxiva Mamritá. Tradução: adoramos aquele de três olhos, o Senhor Shiva, que é naturalmente perfumado, imensamente misericordioso e protetor dos devotos. Adorando-o, possamos ser libertados da morte por amor à imortalidade, assim como o pepino maduro facilmente se separa do talo que o prende. Por Sua Graça, esteja eu em estado de salvação - Moksha - e seja salvo das garras da morte terrível).
http://saibabadivino.blogspot.com.br/p/festivais.html

“O objetivo principal de todo Sadhana (esforço espiritual) é eliminar a mente para tornar-se A-manaska. Então, a ilusão desaparecerá e a Realidade será revelada. Durante a quinzena escura do mês, Sadhana deve ser feito todos os dias para eliminar uma fração da mente, pois, a cada dia, uma fração da Lua diminui. Em Chathurdasi (a décima quarta noite), a noite de Shiva, apenas uma fração da Lua permanece. Se algum esforço especial for feito nessa noite, por meio de Sadhana maisintenso e vigilante, como puja, japa, dhyana (ritual de adoração e meditação), o sucesso é garantido. Assim, deve-se meditar nessa noite, a cada mês, sem que a mente se afaste em direção a pensamentos de sono ou comida. Uma vez por ano, no Mahashivaratri, recomenda-se um esforço vigoroso especial de atividade espiritual, de modo que Shavam (cadáver) possa se tornar Shivam (Deus), por meio da conscientização de seu perpétuo Morador Divino. Dedique a vigília dessa noite de Shivaratri à Shiva presente dentro de cada um de vocês.”

Sathya Sai Baba

sábado, 25 de janeiro de 2014



Maha Shivaratri – A Love Story

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Today is the long night of Shiva, known as the Maha Shivaratri in India. This is either the anniversary of Shiva’s marriage of the anniversary of the day he gave us the Tandava, the madly perfect dance of creation and destruction that has been preserved throughout countless cosmic centuries.
Shiva is the God of the times. He is a god who howled and loved like tomorrow didn’t exist, who had his heart broken a hundred times when Sati burst into flames. A God who danced at funerals got stoned and forgave even the most hideous self-serving sinful lifetime for one act of perfect devotion.He is the god of destruction, his breath is in the flower just past praying, the gap between life and death. He swallows the poison of the world and is attended by witches and ghouls, destruction does not discriminate.
After the sudden and shocking death of my own husband, Shiva felt a lot closer to my heart than Hosanna on high. I set out on a search to reveal the hidden mystery of Shiva, a journey that became the story of my life but which began in a small way, I would ask locals for their favourite story of Shiva. The biggest delight was to watch as people step into the role of the God they were portraying. Effortlessly and in true story teller style they would slip between narration and participation with others on the side line adding to the tale. It was street theatre at it’s very best.
Here is one of my favourite tales of Shiva as told to me in a small chai shop in the outskirts of a Rajasthan village with a whole lot of people joining in and building to the tale.
Parvatti was born from the great chain of mountains, Himalaya and his wife Meena the heavenly being. Since she was the reincarnation of Sati, Parvatti was born with her heart set on Shiva. At first she swam the mighty Ganga every day to bring flowers to her beloved where he sat in a cave in Kailash in deep meditation. Shiva just puffed on his chillum and ignored her.
Then Parvatti left the palace in the mountain kingdom and dressed herself in the bark of a tree. She meditated for years in the forest, performing many heat generating austerities to win Shiva’s attention.
After a thousand years and some heavy intervention by the gods of love and desire, including Indra himself, Shiva’s heart melted. He fell in love with the most devoted of his devotees and the marriage was arranged.
When the day of the wedding arrived, there were great celebrations in the mountain kingdom. All the gods in heaven were present in their many aspects. They made a glittering sight as they marched across the celestial world to the wedding venue which had been especially constructed by the same architect who had built heaven.
Parvatti, as beautiful as the dew on a mountain range and anointed in oils, stood at her window with her mother, Meena, and watched the wedding guests arrive.
“How gorgeous!” said Meena when she saw a golden figure arrive, as handsome as the day, riding a white elephant and accompanied by a chorus of heavenly dancers and musicians.
“That is Indra, king of the heavens,” said Parvatti.
“Shiva must be even more beautiful then,” said Meena.
“He is to those who love him,” said Parvatti with a secret smile.
Mena waited a long time for a glimpse of her son in law. Eventually just as evening was about to set in, a roar arose from the outskirts of the kingdom. Shiva had arrived! A savage swarm of goblins and witches, trolls and demons, lunatics with heads swivelling three hundred and sixty degrees all of them wildly intoxicated and behaving outrageously surrounded a beggar riding on a white bull. He was dressed in a tiger skin, smeared with ashes, his hair matted into filthy locks and he was obviously just as intoxicated as his hideous attendants. Mena could hardly believe her eyes. She motioned to the guards to remove this clown before the groom arrived in all his divine glory.
“Shiva!” cried Parvatti, her face luminous with love.
Meena felt as if she had been slapped. Promptly renaming her daughter Uma (Oh No!), she ordered the palace gates slammed shut in Shiva’s face and declared the marriage “Off.”
Parvatti prayed to Shiva to appear as the groom everyone wanted to see and the next day he appeared as a golden skinned youth dripping words of honey to his mother in law.
“Did they live happily ever after?” I ask.
“Shiva is Shiva and Parvatti is Shakti. It is necessary that they fight and make love in equal balance,” explains a man.
My first clue, Shiva is the Shamanic god of the heart that is wild and free. But to find him, one must endure fire.”


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Quick Facts : Maha Shivratri


Date: Mar 10, 2013Type: ReligiousAlso Called: Shivratri
Celebrations: Worshiping Lord Shiva, fasting
Maha Shivratri
Image Courtesy:

Maha Shivratri , o que se traduz literalmente como " grande noite de Shiva " é um festival Hindu amplamente comemorado na Índia , bem como no Nepal. O festival é celebrado no dia da lua nova no mês de Maagha acordo com o calendário Hindu . O dia é comemorado para venerar o Senhor Shiva , uma divindade importante na cultura hindu.
Existem muitas lendas mitológicas associadas a este dia. De acordo com uma lenda popular, quando um caçador não poderia encontrar qualquer coisa para matar a sua comida em uma floresta , ele esperou no galho de uma árvore Woodapple . Para atrair veados , ele começou a jogar as folhas da árvore no chão , sem saber que havia um Shiva Lingam debaixo da árvore . Satisfeito com as folhas Woodapple ea paciência do caçador, acredita-se que o Senhor Shiva apareceu na frente do caçador e abençoou-o com sabedoria. Daquele dia em diante , o caçador parou de comer carne.

Outra lenda diz que após a Terra foi confrontado com uma destruição iminente, deusa Parvati se comprometeu com o Senhor Shiva para salvar o mundo . Satisfeito com suas orações , o Senhor Shiva concordou para salvar o mundo , sob o pretexto de que o povo da Terra teria que adorá-lo com dedicação e paixão. A partir desse dia , a noite veio a ser conhecido como Maha Shivratri e as pessoas começaram adorando Shiva com um grande entusiasmo.

Alguns folclore também consideram que este é dia de Shiva como esta se acreditava ser a resposta dada por Lord Shiva , quando perguntado sobre o seu dia favorito deusa Parvati .
Maha Shivratri é um festival hindu , que é celebrada por pessoas que seguem o hinduísmo na Índia. As pessoas muitas vezes rápidos na noite de Shivratri e cantam hinos e louvores em nome do Senhor Shiva . Templos hindus em todo o país estão decorados com luzes e decorações coloridas e as pessoas podem ser vistos oferecendo a noite orações a Shiva Lingam . Folhas Woodapple , água fria e leite são oferecidos ao Shiva Lingam neste dia , pois acredita-se ser o favorito de Lord Shiva.
Acredita-se que as pessoas que rapidamente nesta noite e oferecer orações ao Senhor Shiva trazer boa sorte em sua vida . Os mais populares celebrações Maha Shivratri lugar em Ujjain, acredita-se ser o local de residência do Senhor Shiva. Grandes procissões são realizadas em toda a cidade , com as pessoas lotando as ruas para ter um vislumbre do ídolo venerado do Senhor Shiva .

Maha Shivratri Observances



DayYearDateHoliday Name
Wed2008Mar 05Maha Shivaratri
Mon2009Feb 23Maha Shivaratri
Fri2010Feb 12Maha Shivaratri
Thu2011Mar 03Maha Shivaratri
Mon2012Feb 20Maha Shivaratri
Sun2013Mar 10Maha Shivaratri
Thu2014Feb 27Maha Shivaratri

India holidays celebrated in year 2014



DayYearDateHoliday Name
Wed2014Jan 01New Year's Day
Mon2014Jan 13Prophet's Birthday
Tue2014Jan 14Makar Sankranti / Pongal
Sun2014Jan 26Republic Day
Thu2014Feb 27Maha Shivaratri
Mon2014Mar 17Holi
Fri2014Apr 18Good Friday
Thu2014May 01Labor Day
Sun2014Jun 29Rath Yatra
Tue2014Jul 29Eid-ul-fitar
Sun2014Aug 10Raksha Bandhan
Fri2014Aug 15Independence Day
Sun2014Aug 17Janmashtami
Fri2014Aug 29Vinayaka Chaturthi
Sun2014Sep 07Onam
Thu2014Oct 02Mathatma Gandhi Jayanti
Sat2014Oct 04Dussehra / Dasara
Sun2014Oct 05Bakri Id / Eid Ul-adha
Thu2014Oct 23Diwali / Deepavali
Mon2014Nov 03Muharram
Thu2014Dec 25Christmas
http://www.calendarlabs.com/holidays/india/maha-shivratri.php

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Ano Novo Tamil


No dia de Ano Novo, no estado de Tamil Nadu (Sul da Índia), as pessoas preparam um molho picante com frutas - doce, azedo e amargo - e comem-no, como sinal de estarem dispostas a enfrentar todas as situações da vida com equanimidade. Tanto a tristeza como a felicidade deveriam ser tratadas de maneira semelhante, como dádivas de Deus.”


Sathya Sai Baba









“...O Ano Novo tem que ser santificado por pensamentos sagrados e sentimentos amplos. Hoje a humanidade está acometida por medos e inquietações. A coragem e a força estão em declínio, porque vocês têm pensamentos profanos e sentimentos maus. Seus inimigos não estão do lado de fora. Seus pensamentos maus são seus piores inimigos e pensamentos baseados na Verdade são seus melhores amigos. Mas, hoje, as pessoas não são amigas dos pensamentos baseados na Verdade, que são essencialmente divinos. Vocês têm que fazer amizade com Sath, a eterna verdade. Sath significa Ser, o sempre existente Deus. Os amigos e os inimigos deste mundo mudam com o tempo, mas Sath é o amigo eterno e verdadeiro. Este amigo está sempre com vocês, em vocês, ao redor de vocês, acima de vocês, embaixo de vocês e os protege assim como a pálpebra protege o olho.
...Hoje o Ano Novo começou. Com sagrados sentimentos e pensamentos divinos, cultivem o espírito do amor em vocês. Deus não é encontrado separadamente em um templo ou em um Ashram, etc. A Verdade é Deus. O Amor é Deus. Dharma é Deus. Quando vocês adoram a Deus segundo estes princípios, Ele próprio Se manifestará em seguida. Não há dúvida sobre isto. Vocês devem amar a Deus sinceramente. Orem a Deus e façam amizade com Ele. Vocês podem atingir qualquer coisa se tiverem Deus como seu amigo.
O que vocês têm que aprender hoje é preencher seus corações com amor e adornar suas mão com o ornamento do sacrifício. O sacrifício é a jóia para as mãos, a Verdade é o colar que vocês devem usar. Vocês devem desenvolver o hábito de usar estas jóias no Ano Novo. Neste Ano Novo, desenvolvam o amor divino e promovam a paz no país. Vocês devem orar com um sentimento amplo: Loka Samastha Sukhino Bhavantu (Que o mundo todo possa ser feliz!) Comecem o Ano Novo com esta oração. Então, vocês levarão uma vida extremamente feliz e tranqüila, repleta de entusiasmo. Para levar tal vida, vocês têm que cultivar pensamentos nobres. Então, amem a Deus, façam amizade com Ele e estarão fadados ao sucesso em todos os seus esforços.”


Sathya Sai Baba - Discurso de Ugadi (Ano Novo Télugu)18 de março de 1999



Curiosidades



CHITRA PURNIMA

O décimo Segundo mês do ano Hindu, baseado no calendário lunar, é chamado pelo nome da estrela, durante a ascensão da lua cheia naquele mês em que ocorre. O dia da lua cheia do mês de Chaitra, no Purnima, durante a ascendência da estrela Chitra, é particularmente consagrado ao Chitra guptas, recordando os anjos do panteão Hindu. Uma adoração especial é oferecida àqueles representantes celestes do deus da morte, e uma oferta de arroz temperado é preparada e depois distribuída como Prashada ou alimento sagrado. Um fogo de adoração é feito como enceramento da adoração ritualística. Pela realização desta observação religiosa anual, aqueles anjos de outros mundos ficam muito satisfeitos, e julgam as ações dos homens com mais simpatia.
O efeito psicológico desta adoração, feita no primeiro dia da lua cheia de cada ano (Chaira é o primeiro dos doze meses), vividamente relembra-nos do grande poder de manter constante proteção sobre cada atos nossos neste plano terrestre. Esta memória serve como um controle invisível da conduta de alguém. O conceito de Chitra Guptas é carregado por sobre os ombros como uma poderosa persuasão para mantermo-nos engajados em fazer apenas as boas ações constantemente.
O termo “chitra gupta” significa “retrato escondido”. Um verdadeiro retrato de todas as nossas boas e más ações é preservado num registro etéreo. As personi-ficações Hindus têm o objetivo de adoração. O real significado de adoração do Chitra Guptas é maravilhosamente trazido na seguinte história com ela conectado:
Brihaspati é o Guru ou preceptor de Indra, o rei dos semideuses. Indra desobedeceu Brihaspati, e numa certa ocasião o Guru deixou a sua tarefa de instruirIndra no que ele deveria ou não fazer. Durante o período de ausência do Guru, Indra fez muitas más ações. Quando o misericordioso Guru reassumiu suas obrigações novamente,Indra procurou saber o que deveria ser pago pelas coisas erradas que havia feito na ausência do seu Guru. Brihaspati pediu paraIndra fazer uma peregrinação.
QuandoIndra estava na peregrinação ele, repentinamente, sentiu a angústia dos pecados sair de cima de seus ombros num certo local (próximo a Madurai no sul da Índia), e ali ele descobriu um Siva Lingam. Ele atribuiu a este Lingam um milagre e procurou construir um templo para Ele imediatamente. A partir disto, ele desejou realizar a adoração do Lingam; o Senhor, em pessoa, fez surgir lótus dourados num lago próximo. Indra ficou imensamente satisfeito e abençoado. O dia no qual ocorrer esta adoração ao Senhor é o Chitra Purnima.
Quando você realizar a adoração no dia do Chitra Purnima, lembre-se desta história. Se você tiver intensa fé, e se você sentir-se com o coração apertado é que você deve ter cometido algum pecado por conta da ignorância, se você rezar com fé e devoção para o Senhor perdoar seus pecados, e se você resolver jamais cometê-los no futuro, e se você resolver obedecer ao seu Guru e jamais desprezar os seus conselhos, então seus pecados serão perdoados. Não há dúvidas sobre isto. Este é o significado da história de Indra acima. Medite nesta história no dia de Chitra Purnima
As escrituras Hindus prescrevem adorações elaboradas para o Chitra Gupta neste dia. A Deidade é invocada numa imagem ou um Kalasa (vaso cheio com água), e então adorada com todos os rituais e formalidades de adoração oferecidas para a imagem de Deus. Medite no Chitra Guptas, recitando os seguintes versos:
Chitra guptam mahaa praajnamlekhaneepatra dhaarinam; Chitra-ratnaambara-dhaararn madhyastham sarvadehinaam.
Então realize os rituais de adoração com incenso, cânfora, flores, etc. Alimente alguns Brahmins, alguns pobres e necessitados. Dê abundante caridade, e receba as bênçãos do Senhor.

(fonte: www.gita)



Ano Novo do calendário hindu

artigo de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão

No calendário hindu, o dia começa com a aurora, ou seja, no momento do nascer do sol, no horário local. O início do ano varia segundo as regiões Ronaldo Rogério de Freitas Mourão é astrônomo, criador e primeiro diretor do Museu de Astronomia e Ciências Afins, autor do Anuário de Astronomia e Astronáutica 2007. Artigo publicado no “Estado do Paraná”:O Ano Novo hindu de 1929, associado ao início da primavera no hemisfério norte, começa na próxima quinta-feira, 22 de março de 2007.O calendário hindu, usado na Índia na época védica, sofreu muitas mudanças e modificações no processo de regionalização de acordo com as diversas tradições regionais que deu origem, por um lado a sua atual subdivisão nos modernos calendários indianos regionais e, por outro lado, no calendário nacional indiano.A maior parte dos fundamentos destes sistemas calendários derivam do esquema originalmente enunciado no Jyotish Vedanga, uma das seis partes que compõem os Veda, elaborados entre os séculos XIV e XII a.C. que, após ter sido, padronizado no Surya Siddhanta, no século III, que foi reformulado por astrônomos como Aryabhata (476-550), Varahamihira (505-587), Bhaskara (1114-1185), e Fatehullah Shirazi (século XVI).No entanto, apesar da colaboração destes astrônomos, as diversidades de tradições regionais associadas aos cálculos dos astrônomos deram origem a variantes, assim como uma rica variedade de concepção calendárica.No calendário hindu, o dia começa com a aurora, ou seja, no momento do nascer do sol, no horário local. O início do ano varia segundo as regiões.No sul da Índia, o Ano Novo é o primeiro dia do mês Chaitra (março); a leste e ao centro, adota-se o primeiro dia de Kartik (outubro) e finalmente para a comunidade Tamul, o Ano Novo é celebrado no mês Vaishakh (abril).Os meses hindus começam na lua nova em algumas regiões e na lua cheia em outras regiões. De toda maneira, o calendário hindu está baseado no movimento da Lua e compreende doze meses de 29 dias e meio.Os doze meses completam, portanto, um total de 354 dias, ou seja, 11 dias de menos do calendário solar. Para compensar essas diferenças, introduz-se um mês suplementar - Adhik Maas - adicionado periodicamente para sincronizar o calendário com as estações.O mês lunar é dividido em quatro semanas, sendo que cada dia leva o nome de um planeta. Como todos os outros países, a Índia tem um calendário solar para afins administrativos (político, negócios e viagens) e vários outros religiosos e tradicionais.


Calendário nacional

A instituição do calendário nacional solar teve por finalidade unificar a multiplicidade de calendários que existiam na Índia.Com efeito, a diversidade cultural da Índia é particularmente estonteante, podendo parecer mesmo excêntrica até mesmo quando se trata de contar os dias. Os hindus utilizaram diferentes sistemas de datação assim como de calendários.Até vários deles estão em uso de modo que poderão ocorrer no território indiano duas ou três celebrações de Ano Novo em cada mês.Em 1953, Srï Jawäharläl Nehru - Líder da Independência e Primeiro Ministro da República - relacionou a existência de pelo menos 30 calendários na Índia.Com efeito, estes diferentes calendários eram utilizados para determinar a data de comemoração das diversas festas religiosas dos hindus, dos budistas e dos jainistas.Esses calendários eram sobretudo baseados em práticas astronômicas dos sacerdotes locais e/ou dos fabricantes de calendários (kalnrnayaks).Para unificar os calendários hindus com fins administrativos, o governo indiano nomeou um comitê da reforma do calendário Constituído em 1952 (pouco depois da independência indiana), esse comitê identificou os calendários, todos variantes do calendário Surya Siddhanta, de uso sistemático em diferentes regiões do país.Dentre eles os mais difundidos são os calendários Vikrama e Shalivahana, com suas variantes regionais.Atualmente, o calendário nacional usado na Índia é aquele definido pelo comitê e adotado oficialmente em 22 de março de 1957. A numeração dos anos faz-se a partir do primeiro dia do mês Chaitra de 1879, inicio da era Saka. Os meses do calendário indiano se contam em 30 ou 31 dias.Dentre as variantes do calendário Surya Siddhanta, de uso sistemático em diferentes regiões do país, os mais difundidos são os calendários Vikrama e Shalivahana com suas variantes regionais. Um calendário solar totalmente diferente é usado em Tamil Nadu e em Kerala. 


http://prembaba.blogspot.com.br/2007/04/ano-novo-tamil.html

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         DIWALI - FESTIVAL DAS LUZES         
9 de novembro


Na Lua Nova do mês de Outubro até a Lua Nova de Novembro é realizado o FESTIVAL DIWALI ou DIPAVALLI, também conhecido como FESTIVAL DAS LUZES. É a maior celebração da Índia, as casas são pintadas com antecedência por acreditar-se que LAKSHIMI, a deusa da Riqueza e da Prosperidade, visita e abençoa as casas limpas e iluminadas, de forma que cada um procura acender o maior número de lâmpadas e velas para a Prosperidade entrar na sua casa.LAKSHIMI, a deusa da Fortuna é adorada e reverenciada por todos, principalmente pelos empresários e comerciantes. Belíssima, a sua beleza é comparada com a de Vênus, como também é considerada a esposa ideal pelo seu amor e dedicação. Sua imagem é sempre representada sobre uma flor de lótus, símbolo da pureza e tem uma das mãos levantada em postura de bênçãos de prosperidade. Ela é considerada o aspecto feminino de Deus em todas as suas manifestações.
Considerando conhecimento, amor e discernimento como Luz, que o nevoeiro da ignorância, desamor e egocentrismo procuram ofuscar, vem o Esplendor da Mãe Divina Lakshimi e a Misericórdia de Deus para sempre dissipá-lo, para que a Luz volte a brilhar e sustentar a vida no planeta. Lakshimi, a energia da Mãe Divina que nos alimenta com beleza, harmonia e prosperidade, visita nossas casas e nossos corações. Ela chega derramando sobre a humanidade a abundância, despertando solidariedade, companheirismo, reverência e serviço devotado.
É um Festival que comemora a Expansão da Luz como vida, e a expansão da Luz é a essência do Amor. A luz de uma só lamparina pode acender milhares de outras, sem perder o seu brilho, assim como o Amor quanto mais é oferecido mais dele é abastecido quem o oferece. Onde a lamparina do Amor estiver iluminando, o Amor se manifesta propiciando Luz a partir da Divina Presença. Nossa chama interior, a divina semente de Luz e Sua refulgência, unifica o espírito e a matériaDiwali nos lembra que a centelha divina em nossos corações deve sempre permanecer brilhante e pura, inspirando nossos pensamentos, palavras e ações. Vamos comemorar Diwali celebrando a renovação da vida e a abertura de um tempo de fartura de saúde, amor e realizações prósperas para nossa família, nosso país e toda a humanidade. Juntos somos sempre mais fortes e melhores.      

ORAÇÃO DE LAKSHIMI


LAKSHIMI, Deusa da Prosperidade e da Abundância, abro meu coração e meu lar com muito amor e exuberante alegria para recebê-la no meu Templo interno e no Templo da minha morada.
Que suas bênçãos cheguem a mim trazendo a pureza da flor de lótus, a harmonia nos meus relacionamentos e a prosperidade em tudo o que eu executar com  fé, entusiasmo e altruísmo.
Que o aspecto feminino  de Deus em todas as suas manifestações me tragam intuição, percepção, dedicação e receptividade
, para que eu possa realizar todas as  minhas atividades com alegria e felicidade.
Que sua majestosa beleza 
se reflita em meus pensamentos para que eu possa sentir, falar, ouvir e agir somente com a consciência da minha Presença  Divina.
Que a sua Luz  me envolva dentro de um campo magnético de Abundância para que eu possa ter tudo o que necessito e expandir essa minha Prosperidade para todos.Tudo o que me for ofertado eu abençôo e  consagro para a realização do Plano Divino.
Amada LAKSHIMI, bem vinda 
à minha vida e ao meu lar!
Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou a manifestação de tudo o que  desejo neste instante, hoje e sempre!
SHRIM!
Que as bênçãos de Prosperidade e Abundância de  LAKSHIMI iluminem você, seu lar e seu trabalho, hoje e sempre.