domingo, 22 de maio de 2016

O FESTIVAL DO WESAK - Lua Cheia de Touro 22/04/2016



As forças restauradoras são particularmente ativas na época do Festival de Wesak. Elas emanam da mente de Deus e ligam-se ao princípio da inteligência ativa.

Trata-se de uma energia que estimula o nascimento da forma, assim como a inteligência de massa. Faz com que as pessoas pensem, planejem e ajam ao longo das linhas espirituais.

No âmbito planetário, este período de energia con­duzirá, enfim, à reorganização da vida. Os efeitos são principalmente físicos e destinam-se a criar o céu na Terra.

A palavra de ordem do festival é amor, no sentido mais elevado do termo. Outro lema é a ressurreição. A terceira ideia básica é o contato.

Refere-se a uma relação mais estreita com o Senhor Maitreya, seus discípulos e iniciados, assim como entre a Hierarquia Espiritual e a humanidade.

A celebração dura três dias e abre caminho para o Festival do Wesak. Nesta ocasião, o Senhor Maitreya faz a grande invocação, primeiramente a sós, depois com a Hierarquia Espiritual unida.




Abril
22
Cheia
Touro - Festival de Wesak
5:24
2:24
O dia é 22 está aberto para a meditação, para a oração.

Este é o principal dos três festivais mais importantes. E celebrado durante a Lua cheia de maio, época do ano em que a humanidade recebe o mais alto nível de transmissão de frequência de luz.

O Festival do Wesak é o do Buda que, por sua vez, incorpora a expressão perfeita do aspecto da sabedoria de Deus, da luz e dos desígnios divinos.

Este é o grande festival oriental, que tem a função de mostrar a solidariedade entre o Oriente e o Ocidente.

O termo designa o Vale de Wesak, no Himalaia, onde todos os anos os mestres ascensionados se reúnem, tanto no plano interior quanto no exterior, a fim de participar de uma cerimônia sagrada.

Exatamente no despontar da Lua cheia de maio, o Manu Alá Gobi, Senhor Maitreya, o bodhisattva e Saint Germain, o Mahachohan, dispõem-se em formação triangu­lar em torno a uma tigela de água assentada em um cristal.

Buda aparece e, pairando acima da tigela, transmite energias cósmicas à água e ao Senhor Maitreya, as quais, posteriormente, serão disseminadas na Hierarquia Espiritual e em meio aos iniciados, aos discípulos e aos novos grupos de servidores do mundo.

No fim da cerimônia, a água é repartida entre os presentes. O Wesak é também a época em que o Senhor Maitreya, o Senhor Buda e, mais recente­mente, Melquisedeque, o Logos Universal, distribuem todas as iniciações aos discípulos e iniciados da Terra.

Trata-se de um período de grande renovação e celebração. No Wesak, a qualidade predominante da energia é a força de escla­recimento. Essa energia procede do coração de Deus.

Relaciona-se com o co­nhecimento divino e com o aspecto amor-sabedoria de Deus.

No nível planetário, sua força inicia uma nova educação mundial, afetando os movimentos educacionais, os valores, a literatura, as publicações, a televisão, o rádio, os jornais, as revistas, os escritores, os canais e os locutores em toda parte.

E devido a essa força esclarecedora, predominante no Wesak, que a reu­nião de grandes grupos nessa época pode ser uma experiência de tal modo admirável.

O Wesak é o ponto culminante do ano, ocasião em que se abre a maior janela de esclarecimento de massa no âmbito planetário.

Durante a cerimônia, Buda entoa um grande mantra e se torna agente de absorção da força do primeiro raio. A seguir, servindo-se do poder magnético do segundo raio atrai para si essa força e a segura com firmeza antes de transferi-la ao Senhor Maitreya, o agente receptor de tal energia.

Esta se dissemina, então, entre os sete chohans e seus ashrams, a fim de adquirir expressão sétupla e direcionar-se ao mundo.

Todos os discípulos e iniciados da Terra estão convidados a comparecer ao Vale de Wesak e a participar da cerimônia sagrada e das festividades.

E também ocasião para colocar-se diante do Senhor Maitreya, do Senhor Buda e de Sanat Kumara a fim de prestar juramento de serviço e receber bênçãos especiais.

Se não puder tomar parte na comemoração do Wesak no Monte Shasta, anterior mente mencionado, eu lhe recomendo reunir-se com seus amigos ope­rários da luz, onde quer que você se encontre, e viajar em um dos merkabahs do grupo dos mestres ascensionados ao Vale de Wesak exatamente no período da Lua cheia.

Ponha-se diante dos mestres, como eu sugeri, e depois explore o Vale de Wesak e/ou simplesmente aproveite as energias. Proponho ainda que, ao retornar, o grupo faça a meditação .Isto atrairá energias.

E importante notar que este também é um evento físico real. Na hora da Lua cheia, espalha-se o silêncio na multidão e todos olham para o nordeste. Ocor­rem certos movimentos ritualísticos sob a orientação dos diferentes mestres e de seus respectivos ashrams.
A expectativa e o entusiasmo aumentam enquanto todos aguardam, no pla­no interior e no exterior, a chegada de Buda.





Momentos antes da hora exata da Lua cheia pode-se ver, a distância, uma pequenina mancha no céu. Ela vai cres­cendo pouco a pouco até que aparece a forma de Buda sentado com as pernas cruzadas.

Ele está com uma veste cor de açafrão, banhado em luz e cor, as mãos estendidas para abençoar.
Enquanto o Buda paira sobre a tigela de água, o cristal e a rocha, ouve-se um grande mantra que só é entoado uma vez por ano, no Wesak.

Quem o entoa é o Senhor Maitreya. Todas as pessoas no vale aproximam o rosto do chão. Esta invocação provoca uma enorme vibração de corrente espiritual.

Marca o mo­mento supremo de intenso esforço espiritual de todo o ano. Desencadeia o derramamento maciço de energias cósmicas provindas da hierarquia cósmica.

Então Buda retrocede lentamente rumo a distância de onde veio. A cerimô­nia inteira não dura mais que oito minutos; não obstante, seu efeito se prolonga por todo o ano.

Este é o sacrifício anual de Buda pela humanidade. Vem se alterando ultimamente porque, depois de passar muito tempo na Grande Loja Branca da Irmandade de Sírio, Buda assumiu um envolvimento muito mais ativo com a evolução da Terra.

Os conhecedores atribuem ao Festival do Wesak suprema importância nos assuntos do mundo. Por intermédio dos dois representantes da divindade em nosso planeta, o mundo das realidades espirituais e os assuntos humanos vêm se aproximando cada vez mais.

Quero lembrar também que, embora o Festival do Wesak costume ocorrer na Lua cheia de maio, em raras ocasiões realiza-se na Lua cheia de abril, de modo que é importante verificar todo ano.
Isto se deve ao fato de a época certa ser a da Lua cheia de Touro. O Wesak é um evento vivo baseado nos ciclos da corrente astrológica, não em fatos do passado ocorridos há séculos, como os celebrados pela maior parte das religiões.

Muita gente sonha com este evento, embora ignore o seu significado espiri­tual e desconheça onde e por que faz o que faz no sonho.

No Wesak, abre-se um tipo de canal, para a humanidade, que permite aos discípulos e iniciados entrar em contato com certas energias raramente disponíveis ou de difícil acesso.

Elas propiciam grandes expansões da consciência.
Em The Externalisation [sic] o/ the Hierarchy [A Exteriorização da Hierar­quia], de Alice Bailey, Djwhal Khul afirma que “é intenção do Buda e do Cristo que em todos os países haja finalmente alguém que atue como representante seu na época dos dois festivais, de modo que a distribuição de

energia espiritual do primeiro grande aspecto ou raio se transfira do Buda para o Cristo e deste para os iniciados de toda parte que sejam capazes de receber a luz na qualidade de canais da corrente direta de energia”.

Também Djwhal Khul se referiu ao Wesak no livro Ponder on This [Reflita sobre Isto], de Alice Bailey: “Nenhum preço é alto demais quando se trata de ser útil à Hierarquia Espiritual na época da Lua cheia de maio, do Festival de Wesak.

Nenhum preço é alto demais quando se trata de receber a iluminação espiritual particular mente possível nesse período.”

O Wesak tem quatro funções básicas:

               1. Substanciar o fato da aparição física do Cristo na Terra;

                 2. Provar fisicamente que a solidariedade entre o Oriente e o Ocidente nos aproxima de Deus;

               3. Formar um ponto de encontro e um local de reunião para aqueles que se ligam anualmente, em síntese e simbolicamente, e representam a casa do Pai, o reino de Deus e a humanidade;

                 4. Demonstrar a natureza da obra do Cristo como o grande intermediário escolhido e líder da Hierarquia Espiritual, dos discípulos e dos iniciados da Terra.

Em sua pessoa, ele exprime o reconhecimento da existência factual do reino de Deus aqui e agora (Alice Bailey, Ponder on This, pp. 422-23).


O objetivo do Festival do Wesak é o seguinte:

1.   A liberação de certas transmissões de energia para a humanidade, que hão de estimular o espírito de amor, fraternidade e boa vontade.

                2. .A fusão de todos os homens e mulheres de boa vontade em um todo responsivo e integrado.

              3. A invocação e a resposta de certos seres cósmicos, uma vez alcançados os objetivos anteriores.
               
Eu gostaria de terminar esta seção com uma última citação de Djwhal Khul sobre o Wesak, retirada de The Rays and the Initiations [Os Raios e as Inicia­ções], Livro II, de Alice Bailey: “Se tendes fé como um grão de semente de mostarda no que eu vos disse; se acreditais com firmeza na obra do Espírito de Deus e na Divindade do Homem,

esquecei-vos de vós mesmos e consagrai todos os esforços, a partir do momento em que receberdes esta comunicação, à tarefa de colaborar com o esforço organizado de mudar a corrente dos assuntos pes­soais e do mundo e pelo crescimento do Espírito de Amor e de Boa Vontade no mundo durante o mês de maio.”

Por intermédio do Buda, derrama-se a sabedoria de Deus. Por intermédio do Cristo Maitreya, manifesta-se o amor de Deus à humanidade.

Esse festival une a obra do Buda à do Senhor Maitreya em forma simbólica e literal. Esta é uma época de grande bênção derramada sobre os discípulos, os iniciados e os novos grupos de servidores do mundo e da humanidade na Terra.

Terminada a cerimônia, mestres, iniciados e discípulos se vão repletos de uma sensação de força renovada com que enfrentar mais um ano de serviço em prol do mundo.

O Festival do Wesak é o mais importante evento do planeta, na perspectiva dos mestres ascensionados, e o que maior efeito tem sobre a raça humana.

E também nesse período que a Loja dos Mestres se reúne no plano interior com os três objetivos delineados por Djwhal Khul nos livros de Alice Bailey:

“Entrar em contato com a força espiritual, que é transmitida ao nosso planeta por intermé­dio do Buda e do Cristo; discutir a necessidade imediata e o trabalho a ser desen­volvido em prol da humanidade; admitir na iniciação aqueles que estão prontos e estimular seus discípulos a intensificar a atividade e o serviço.”

Você é capaz de imaginar os efeitos, neste planeta, quando toda a humani­dade celebrar conscientemente o Festival do Wesak?

Nos últimos tempos, ende­reçou-se um apelo ao conjunto da Hierarquia Espiritual de mestres ascensionados, assim como a todos os iniciados, discípulos e novos grupos de servidores do mundo, para que se preparem, em toda Lua cheia de maio, para um intensivo mês de serviço acelerado.

Tal esforço redobrado destina-se a aumentar a receptividade da humanidade às novas forças espirituais liberadas nessa época.
O foco atual do Wesak ampliou-se recentemente a fim de abranger cinco dias de trabalho e serviço: os dois dias anteriores à Lua cheia, o do próprio festival e os dois que se seguem à cerimônia.

Os primeiros, de preparação, são denominados Dias de Renúncia e de Desprendimento, o do festival chama-se Dia da Salvaguarda, sendo que os dois últimos são os Dias de Distribuição.

São cinco dias de serviço intenso. Por esse motivo os mestres nos orienta­ram no sentido de comemorar o Wesak no Monte Shasta durante três dias, Sendo que o que os antecede e o que a eles se segue se reservam para viajar, ou seja, para antes preparar e depois integrar a experiência coletiva.



Postado por Dharmadhanna
Psicoterapeuta Transpessoal
Este texto está livre para divulgação
desde que seja citada a fonte:


meditacaodaluacheia
Quando você olha para o céu e vê a Lua Cheia, imensa, iluminando a noite, é porque o Sol está de frente para ela. A diferença de 180 graus é que distingui uma Lua Cheia de uma Lua Nova, por exemplo. Na Lua cheia, o Sol está exatamente a 180 graus da Lua, ou seja, exatamente em frente a ela, o que proporciona a possibilidade de vê-la por inteira e totalmente iluminada e neste Plenilúnio. Muita coisa pode acontecer com mares, plantações, animais e nós seres humanos. Muitas energias são postas em movimento durante esta fase lunar, e nos dias que correm, muitos grupos se reúnem no mundo todo para ativar e receber estas energias. Confira e faça parte você também destas vibrações que podem transformar nosso Planeta…
 Um dos principais ciclos de energia cósmica ocorre nos dias de Lua Cheia. Neste momento o Sol, ao iluminar a Lua, abarca a força e o padrão de energia ligada aos signos que, tanto a Lua como o Sol, estão naquela fase. Por exemplo: Se o Sol está no signo de Áries, a Lua cheia ocorrerá quando ela estiver no signo oposto, complementar do Sol, portanto, neste caso, em Libra. Por serem complementares, estes dois eixos, somente uma vez por ano, vibrarão, de forma plena, este padrão de energia que será emanando para a terra e todos nós. E, se estivermos conscientes e em meditação para recebe-los, abriremos espaço para que aquelas energias sejam levadas para o Planeta e também para nossas vidas. É por este motivo, que hoje em dia centenas de grupos espalhados pelo mundo meditam na Lua Cheia.
A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente. Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta – o Sol – e o “Centro Solar” a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.
Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos. É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento mensal.
O festival de Wesak – Também conhecido como o Festival da Iluminação é o Festival de Buda, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a hierarquia. Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino. É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. Este Festival ocorre quando o Sol está no signo de Touro. Wesak é uma festa da libertação do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.
Nesta fase, o Sol estará no signo de Touro, um signo receptivo e fecundo, que promove estruturação e abundância, como também a nutrição. A Lua estará no signo de Escorpião, provocando um equilíbrio entre matéria e espírito. É uma forma de transformarmos os desejos em aspirações, através de conhecimentos superiores, orações, meditações e análises pessoais, durante o mês que se segue até a próxima Lua Cheia. É neste Festival, de acordo com a grande iniciada e escritora Alice Bailey, que se transmite à Terra a Benção de Deus, através de Buda e seu irmão, Cristo.
fonte: http://atmanamara.com/site/festival-de-wesak/

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Navratri – o Festival das nove noites - O Festival conhecido como Dasara ou Navarathri



"O Festival conhecido como Dasara ou Navarathri, ou simplesmente Festival da Mãe Divina, é também um dos mais importantes do Hinduísmo. Ocorre geralmente entre os meses de setembro e outubro, sem uma data fixa, por se guiar, como a maioria dos festivais hindus, pelo calendário lunar. É uma homenagem à Divina Mãe Universal. Pouco conhecido no Ocidente, na Índia é amplamente festejado durante nove dias. Em Prashanti Nilayam, os devotos celebram a data todos os anos, na presença de Bhagavan.
Sai Baba diz: “Para adquirir a Graça do Senhor, o homem tem que, primeiro, oferecer adoração a Prakriti. Por um lado, você precisa do esforço humano e, por outro lado, você tem de adquirir a Graça do Divino. Prakriti (Natureza) e Paramatma (o Ser Supremo) são como pólos negativo e positivo na eletricidade. Por mais poderoso que seja o Senhor (como pólo positivo) não pode haver criação sem Prakriti (representando o pólo negativo). A base para a criação é Prakriti. Por exemplo, por melhores que sejam as sementes, sem plantá-las no solo, você não poderá colher os frutos”.
O Poder Divino em ação na Natureza é simbolizado pelo aspecto Mãe, denominado Shakti. É a Deusa com todo o seu poder que anima e coloca o universo em movimento. No hinduísmo essas duas polaridades, masculina e feminina, são bem marcantes e inseparáveis, como os dois lados da moeda. O poder masculino só se manifesta por meio da sua contraparte feminina; esta, por sua vez, só se revela plena quando está unida ao seu polo masculino.
Navarathri ou Dasara representa a vitória do bem sobre o mal; da luz sobre a obscuridade; da virtude sobre o vício. E essa vitória é concedida à humanidade pelo poder de Shakti, a Deusa, a Invencível: o poder da Divina Mãe. Navarathri significa, literalmente, "nove noites”. Cada uma das três Mães Divinas (Durga-Kali, Lakshmi e Saraswati) é especialmente homenageada nessa grande festa. Os três primeiros dias são dedicados ao louvor e adoração do aspecto Durga; os três dias seguintes são consagrados ao aspecto Lakshmi e os três últimos dias são oferecidos ao aspecto Saraswati.
Durga, Laksmi e Saraswati, com sua potente energia transformadora, foram capazes de vencer o ego, derrotando os seis inimigos do homem, instalados em sua própria consciência interna. São eles: 1) a sensualidade, a luxúria; 2) o rancor, a animosidade; 3) a ambição, a avidez; 4) o apego; 5) o orgulho, a soberba e 6) o ciúme, a malícia. Estas características primárias denigrem o homem, impedindo sua caminhada rumo ao autoconhecimento, rumo à expansão da consciência.
Por tudo isto, o Navarathri é considerado um período altamente auspicioso, que deve ser aproveitado pelo aspirante espiritual para sua autotransformação. Rituais védicos são realizados em toda a Índia. No Ashram de Sathya Sai Baba, brilhantes eruditos fazem pronunciamentos e rituais na presença daquele que representa a encarnação de todas as virtudes. O próprio Sai Baba também profere discursos inspiradores nesse Festival, explicando-nos o seu simbolismo e a sua relevância.
Nesses discursos, Sai Baba nos lembra que Dasara também significa reverência à Mãe Natureza: "A celebração de Navarathri é uma ocasião para reverenciar a Natureza e para refletir como é que os recursos naturais podem ser adequadamente utilizados nos melhores interesses da humanidade. Recursos como água, ar, energia e minerais devem ser usados apropriadamente e não, mal utilizados ou desperdiçados. A economia no uso de todo recurso natural é vital. O mundo é um globo. Vocês sabem que o equilíbrio deve ser mantido para que ele permaneça estável."
Sri Sathya Sai Baba.

Navratri – o festival das nove noites






Por Bhanu Didi
Simbolizando vitória da positividade sobre a negatividade, Navrati literalmente significa ‘nove noites’ in Sânscrito; Nav- Nove e Ratri – noite. Durante estas nove noites e dez dias, as três formas de divindade feminina - Durga, Lakshmi e Saraswathi – são invocadas.
Em meio à grande celebração, a mente pode ser levada e sair facilmente do seu centro. Frequentemente em qualquer celebração, a mente vaga por toda parte. Então para trazer a mente de volta para o centro, nós mantemos um alegre silêncio com consciência, conhecimento. A mente está sempre condicionada a um padrão, a um modelo.
Logo isso é como condicionar a mente a um certo padrão que conduz ao crescimento. Os três primeiros dias são tamásico, os próximos três rajásico e os últimos três dias sáttvico.  Na vida, todas essas três qualidades coexistem e nós temos que habilidosamente passar por elas. Estes três dias são para lembrar isto. É o despertar da Divindade – aquela qualidade da Mãe Divina da qual não se nega nada e ainda promove as boas qualidades.   
Apoiando a positividade em nós e jeitosamente removendo a negatividade pode ser aprendido através do chamado e pelo despertar do Divino em nós. Isto é o que é realizado em Chandi Homa.
Sem consideração com as qualidades da criança, a mãe sempre ama seu filho. Idêntico é com a Mãe Divina.
Toda essa força nos apóia e põe para fora as qualidades divinas em nós. Isto pode acontecer somente quando praticamos nosso sadhana. Estes nove dias são para lembrarmos-nos de sermos bons sadhak (buscador) e claro, nada disso pode mudar sem a graça do Mestre e nós somos muito afortunados de ter a sua graça em abundância.
É dito nas escrituras que qualquer um perceber o ego através do sadhana, seva, satsang e da graça do Guru.
Estes nove dias são uma oportunidade de se tornar completo com o sadhana, seva, satsang e naturalmente, com a graça do Mestre que está sempre com nós.
A escritora do texto é a irmã de Sri Sri Ravi Shankar, professora de meditação, e Diretora dos programas de auxílio à Mulher e Criança da Arte de Viver.

link do site original: http://www.artofliving.org/br-pt/navratri-%E2%80%93-o-festival-das-nove-noites 

"Em primeiro lugar, as tendências negativas devem ser controladas; em segundo, as virtudes devem ser enraizadas; em terceiro, após ganhar a pureza mental necessária, o conhecimento espiritual precisa ser adquirido." – Amma

NAVARATRI

Como outros festivais na Índia, Navaratri tem um significado muito rico. De um modo, Navaratri simboliza o processo do aspirante espiritual. Durante essa jornada espiritual, o aspirante deve passar por três estágios personificados por Durga, Lakshmi e Saraswati. Depois ele ou ela entram no plano do infinito, onde a pessoa realiza o Ser. Navaratri, que literalmente significa “nove noites”, dedica três dias de adoração para o Divino nas formas de Durga, Lakshmi e Saraswati. O décimo dia, no entanto, é o mais importante, e é conhecido como o “Dia da Vitória”.

A razão por trás da adoração de Durga, Lakshmi e Saraswati está enraizada na filosofia em que o Absoluto - ausente de atributos, só pode ser conhecido através do mundo de atributos – a jornada do conhecido ao desconhecido. Assim, é dito que Shiva, que simboliza a consciência pura, só pode ser conhecido através de Shakti, que representa a Divina Energia. E é por isso que as pessoas adoram Shakti, que é Devi, em Suas várias manifestações.
As diferentes fases do processo espiritual são refletidos em seqüência durante as celebrações de Navaratri. Durante os três primeiros dias, Durga é adorada. Ela personifica o aspecto de Shakti que destrói as nossas tendências negativas. O processo de tentar controlar nossos sentidos é similar a guerra onde a mente resiste a todos as tentativas de controle sobre ela. Assim, nas estórias dos Puranas (escritura) simbolicamente descreve Devi na forma de Durga, guerreira que destrói os Asuras (demônios).

Todavia, conseguir alívio temporário das garras das vasanas não garante a Liberação permanente. As sementes das vasanas se manterão dormente internamente. Por isso, devemos banhá-las com qualidades positivas. O Bhagava Gita se refere a essas qualidades como daiva-sampat, que literalmente significa “Riqueza Divina”. Conseqüentemente a adoração a Lakshmi acontece nos três dias seguintes. Lakshmi não somente concede a riqueza e prosperidade mundana, Ela concede de acordo com a necessidade de Seus filhos.

Somente aquele possuído de daiva-sampat, estará apto a receber o conhecimento do Supremo. Assim, os três últimos dias são dedicados a Saraswati, a incorporação do Conhecimento. Ela é descrita usando sari puro-branco, que simboliza a iluminação da Verdade Suprema.
O décimo dia é Vijaya Dashami, ou festival da vitória, que simboliza o momento em que a Verdade nasce no interior. Com isso, a significância de cada estágio de adoração tem claras parábolas correspondentes aos diferentes estágios da Sadhana (práticas espirituais). Primeira: as tendências negativas precisam ser controladas; segundo: as qualidades necessitam ser assimiladas; terceira: depois de ganhar necessária pureza mental, conhecimento espiritual deve ser adquirido. Somente então, o sadhak (aspirante espiritual) irá atingir a iluminação espiritual.

terça-feira, 9 de junho de 2015

A SAGRADA FAMÍLIA

Skanda, o Irmão de Ganesha

É interessante que no Hinduísmo Ganesha é representado como tendo um irmão; seu nome é Skanda, entre muitos outros nomes, como Kartakeya, Subramanya, ou Murugan.
Neste desenho, Shiva representa o Terceiro Logos, parte da trindade acima, e nós vemos sua esposa Parvati ou Uma, e no colo seus dois filhos, Ganesha e Kartakeya.
-lord shiva-with-a-família-QM68 l
No Shiva você pode ver a trindade várias vezes, não só a trindade de sua equipe, mas a trindade em sua testa e o OM na palma da mão; esses são todos os seus poderes, que ele passa por sua esposa Parvati em seus filhos.
Kartakeya ou Skanda é o Deus da guerra no hinduísmo. Aqui encontramos um belo símbolo, que, se você estudouKabbalah , você pode imediatamente começar a ver o que tudo isto significa. Ganesha está relacionada com Chesed (Misericórdia, Júpiter) e Skanda está relacionada com Geburah (Severidade, Marte).
Ganesh como o senhor do conhecimento e da sabedoria é o chefe geral dos exércitos Shivas. Seu irmão Skanda também é um Deus de guerra e um general dos exércitos Shivas. Que tipo de guerra que estamos falando? É a guerra do Mahabharata, na qual Krishna aconselha Arjuna a batalha contra si mesmo. Este é o verdadeiro jihad: uma guerra espiritual contra nossos defeitos internos.
ganesha-Kartikeya
Ganesha e Kartikeya
Os generais que levam os exércitos do Deus Ganesha e são Skanda. Este símbolo não é exclusivo para o hinduísmo;vemos esses dois irmãos que trabalham juntos em outras tradições também. Mencionei mitologia egípcia em que vemos Horus como o agente do Divino; seu irmão é Seth.
horus set
A resolução de conflitos e final dessa relação fornece o fundo dramático para os mistérios egípcios. No Egito, Horus e Seth ter sido representado de muitas maneiras, mas nesta imagem particular que você pode vê-los como iguais, tanto que puxa em uma haste central, uma djed. O djed representa a nossa coluna vertebral. Horus e Seth representam forças ou energias, arquétipos em nós, que estão trabalhando para estabilizar a nossa coluna vertebral, para torná-lo ficar de pé. A maneira como eles fazem isso é jogando uns contra os outros. Nos mistérios egípcias, Seth coloca obstáculos e Horus supera-los. Isso tudo é incorporado em Ganesha.
Ganesha coloca obstáculos e também supera-los. Neste sentido, podemos ver que ele trabalha lado a lado com seu irmão Skanda.
Não temos tempo hoje para ir em detalhe na história de Skanda, mas poderia, em uma palestra futuro.

Página com muitas informações

Este Blog contem muitas informações sobre mantras e suas histórias

http://yogalucianaperez.blogspot.com.br/2011/06/mantras.html


Outro Site com muitas informações

http://gnosticteachings.org/courses/teachings-of-the-hindu-gods/1759-ganesha-lord-of-beginnings.html